Dia desses estava perplexa e irritada com a inconveniência de uma pessoa infeliz e patética que se dedicava a rastejar-se pelos muros das lamentações. Fiquei pensando no porquê da pessoa fazer questão de ser infeliz. Onde queria chegar fazendo da insatisfação sua eterna companhia e cultivando seus recalques com tamanho preciosismo? Era protagonista de um show fuleiro de melancolia e nostalgia.
Para mim, é tão natural me sentir satisfeita e feliz. Sigo meu caminho sem atrapalhar ninguém, cheia de amores e queridos, certa das minhas escolhas e uma paz que me faz respirar de forma leve. Neste sentido, sou uma pessoa fácil de conviver. Tenho vocação pra ser feliz. Não só eu, como meus irmãos, o Meme e a Pink.
Logo pensei no mérito da criação que minha mãe nos deu, que nos transformou em adultos de cabeças e corações tranqüilos. Ela nos criou com autonomia, para sermos independentes e críticos, com ótima auto estima, sempre elogiando quando realmente merecíamos. Seguimos seu exemplo e respeitar o próximo era sinal que tínhamos dignidade e valorizávamos a vida. Também fomos criados sem muito apego aos bens materiais e sem nenhum incentivo à competitividade, o que facilitou o enfrentamento de várias frustrações. Minha casa tinha vários problemas e a maioria deles atendia pelo nome e sobrenome de Juca Paes. Mas, não posso negar que era ele a nossa fonte de alegria, sem contar que nos enchia de carinho e assim, a balança pendia aos bons momentos. Crescemos sem grandes inseguranças e sem vergonha de nossa história. Somos pra frente. Somos resilientes. Quando tivemos triste, viramos o jogo e por ironia, contrariando a nossa mãe.
Toda essa indagação durou o trajeto à escola da minha filha, a Heloísa. Cheguei adiantada para buscá-la e fiquei esperando ao lado do parquinho vendo uma turminha de uns 4 anos brincar. Entre as crianças tinha uma menina bem fofinha, com um lado do corpo todo atrofiado. Ao ver seu braço encurtadinho e seus pequenos passos mancos, meus olhos se encheram de lágrimas e pensei: Sou feliz, simplesmente porque minha vida é muito boa! E segurei o choro...
Para mim, é tão natural me sentir satisfeita e feliz. Sigo meu caminho sem atrapalhar ninguém, cheia de amores e queridos, certa das minhas escolhas e uma paz que me faz respirar de forma leve. Neste sentido, sou uma pessoa fácil de conviver. Tenho vocação pra ser feliz. Não só eu, como meus irmãos, o Meme e a Pink.
Logo pensei no mérito da criação que minha mãe nos deu, que nos transformou em adultos de cabeças e corações tranqüilos. Ela nos criou com autonomia, para sermos independentes e críticos, com ótima auto estima, sempre elogiando quando realmente merecíamos. Seguimos seu exemplo e respeitar o próximo era sinal que tínhamos dignidade e valorizávamos a vida. Também fomos criados sem muito apego aos bens materiais e sem nenhum incentivo à competitividade, o que facilitou o enfrentamento de várias frustrações. Minha casa tinha vários problemas e a maioria deles atendia pelo nome e sobrenome de Juca Paes. Mas, não posso negar que era ele a nossa fonte de alegria, sem contar que nos enchia de carinho e assim, a balança pendia aos bons momentos. Crescemos sem grandes inseguranças e sem vergonha de nossa história. Somos pra frente. Somos resilientes. Quando tivemos triste, viramos o jogo e por ironia, contrariando a nossa mãe.
Toda essa indagação durou o trajeto à escola da minha filha, a Heloísa. Cheguei adiantada para buscá-la e fiquei esperando ao lado do parquinho vendo uma turminha de uns 4 anos brincar. Entre as crianças tinha uma menina bem fofinha, com um lado do corpo todo atrofiado. Ao ver seu braço encurtadinho e seus pequenos passos mancos, meus olhos se encheram de lágrimas e pensei: Sou feliz, simplesmente porque minha vida é muito boa! E segurei o choro...

Vc é feliz porque sabe ser, e olhar com felicidade para tudo o que vc tem!!!!
ResponderExcluirEssa é a diferença.