Acabei de ler uma crônica e fiquei pensando naquelas pessoas que passam rapidamente pela nossa vida, deixam boas lembranças e sssssxxxiup! Somem!
Lembrei do Luiz – não me lembro mais se era assim ou com S e acento. Estudamos somente no 1º ano da Unicamp. Ele era engenheiro, trabalhava para a Petrobrás, separado e morava com os filhos, que eram mais ou menos da idade que eu tinha na época. Ele fazia o curso à noite, somente como hobby. No 2º ano ele não apareceu mais, acho que ele não agüentou o ritmo, porque das disciplinas ele gostava.
Freqüentemente ele me dava carona, já que no 1º ano eu não tinha carro e além do trajeto da parada do ônibus até a casa onde eu morava não ser muito confiável, o vento do campus me matava. Acho que assim, ele se acostumou a cuidar de mim.
Saí de casa para fazer faculdade cedo, com 17 anos. Nos fins de semana que não voltava à Sorocaba sentia uma solidão desgraçada naquele tédio que fica uma cidade universitária. No meu caso não era bem uma cidade e sim um distrito: Barão Geraldo.
Foi num dia desses de solidão que descobri na porta de casa uma sacola cheia de mexericas com um singelo bilhete assinado PAI. A letra franzina não deixava dúvida sobre a autoria. Meus olhos sorriram o resto daquele domingo e fazem o mesmo ao me lembrar agora do Luiz. Por onde você anda Luiz? Queria tanto te contar que agora eu adoro os domingos...
Lembrei do Luiz – não me lembro mais se era assim ou com S e acento. Estudamos somente no 1º ano da Unicamp. Ele era engenheiro, trabalhava para a Petrobrás, separado e morava com os filhos, que eram mais ou menos da idade que eu tinha na época. Ele fazia o curso à noite, somente como hobby. No 2º ano ele não apareceu mais, acho que ele não agüentou o ritmo, porque das disciplinas ele gostava.
Freqüentemente ele me dava carona, já que no 1º ano eu não tinha carro e além do trajeto da parada do ônibus até a casa onde eu morava não ser muito confiável, o vento do campus me matava. Acho que assim, ele se acostumou a cuidar de mim.
Saí de casa para fazer faculdade cedo, com 17 anos. Nos fins de semana que não voltava à Sorocaba sentia uma solidão desgraçada naquele tédio que fica uma cidade universitária. No meu caso não era bem uma cidade e sim um distrito: Barão Geraldo.
Foi num dia desses de solidão que descobri na porta de casa uma sacola cheia de mexericas com um singelo bilhete assinado PAI. A letra franzina não deixava dúvida sobre a autoria. Meus olhos sorriram o resto daquele domingo e fazem o mesmo ao me lembrar agora do Luiz. Por onde você anda Luiz? Queria tanto te contar que agora eu adoro os domingos...

Adorei!!!!!!!!!!!
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